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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Radiosonda - Teoria ou Conspiração? Arquivos Secretos 2 - Referencias complementares

 Radiossonda ou Balão sonda

Em todo o mundo, à meia-noite e ao meio-dia de Greenwich, centenas de balões meteorológicos são lançados para a alta atmosfera. Enquanto vão subindo, aparelhos automáticos vão registando a humidade, a pressão e a temperatura e transmitem-nas à base. A velocidade do vento às várias altitudes pode ser calculada seguindo o balão na sua subida. 
 
O balão-sonda é utilizado para colher dados diretamente nas camadas mais altas da atmosfera. Um balão-sonda nada mais é que uma bola de borracha, cheia de gás hélio, tendo um pára-quedas que, por sua vez, sustenta a rádio-sonda. Na maior parte das vezes, o conjunto inclui transmissores de rádio, alimentados por pequenas baterias. Os dados, dessa forma, são colhidos e imediatamente transmitidos a uma central, onde são processados. 

 
No instante do lançamento, o balão tem um diâmetro relativamente pequeno, em virtude da pressão atmosférica elevada que age sobre ele; à medida que sobe, a pressão atmosférica diminui e o balão aumenta. Na variação de volume do balão, na verdade, dois factores se contrapõem: a redução da temperatura, nas camadas imediatamente superiores da atmosfera, cujo efeito seria a contracção do balão; e a redução de pressão, que contribui para a expansão do gás interno. A variação de pressão, entretanto, predomina sobre a de temperatura - e, consequentemente, o balão aumenta continuamente de volume à medida que sobe. A máxima altitude por ele atingida não pode ser prevista teoricamente, devido a fenómenos aleatórios da atmosfera terrestre.
A experiência mostra que o balão fica oscilando entre 15000 e 20000 metros de altura, por um intervalo de tempo compreendido, geralmente, entre cinco e dez horas. A baixa pressão vigente, por fim, termina por fazê-lo explodir; e o rádio-sonda volta ao chão em queda suave, graças ao pára-quedas.



Sobre energia orgon:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Org%C3%B4nio

Do Livro Da teoria do corpo ao coração de Dimas Calegar

"A energia orgone, ou abreviadamente energia OR, é anterior à matéria, é sua criadora. Ela permeia tudo, estabelecendo relações específicas com as várias formas de matéria e com as demais formas energéticas. Tem um funcionamento anti-entrópico, ou seja, promove um fluxo energético do potencial mais baixo em direção ao mais alto, acentuando assim as diferenças, criando desigualdades e individualidades energéticas, seja na formação da matéria, de astros e galáxias ou da própria vida. A energia orgone é criativa!

Reich constatou ser o azul a cor básica da energia OR em inúmeras oportunidades. No exame ao microscópio óptico de 5000x, as células vivas, os glóbulos vermelhos e os bions apresentam coloração azul. O céu é azul em função do envoltório de energia OR que se adensou em torno do planeta. Os mares, lagos e rios profundos são azuis graças à alta concentração de energia OR. As plantas são verdes em consequencia do azul da energia OR e do amarelo das resinas. No outono, a contração energética atmosférica leva as plantas a se contrair retirando a energia OR de suas folhas, restando apenas a resina. Nas salas metalizadas usadas para experiências com a energia OR, observam-se em completa escuridão névoas azuladas ou violetas e fachos de cor violeta cruzando o ar.

 
A característica básica da energia OR é a pulsação. Esta se expressa por um movimento de onda a deslocar-se no espaço e por um pulso alternando movimentos de expansão e contração. Tanto a freqüencia da onda quanto o ritmo do pulso não são constantes ou previsíveis. A energia OR é viva, vibrante, pulsante e impossível de ser equacionada mecanicamente. Ela se move, se desloca no espaço em movimentos ondulatórios espiralados, alternando momentos de expansão e contração."

E assim, conhecendo as propriedades do orgonio, podemos reconhecer nos organismos vivos, ou seja, nas pessoas, nos animais, nos alimentos e em toda natureza o que está orgonótico ou desorgonótico. O que está vivo, pulsante e o que não está. Podemos olhar para nós mesmos, e reparar nas partes do nosso corpo: as que têm brilho, calor, pulsação, movimento e as que estão opacas, paralisadas e frias. O importante é saber sentir e reconhecer a qualidade da circulação energética, e assim poder restabelecer a pulsação da forma que for melhor para cada um, com ajuda da respiração, exercícios, visualizações, massagem etc.."








ankesenaton | 20 de agosto de 2009
Video producido por Jedimálaga con el audio de mundodesconocido.com

Wilhelm Reich clasificó la energía que todo lo envuelve en positiva para la vida y mortal para la vida.: D.O.R.: Deadly Orgon Radiation (Radiación Orgónica Mortal)
P.O.R.: Positive Orgon Radiation (Radiación Orgónica Positiva)

Centrándonos en los experimentos de W. Reich y su concepto de energía orgónica, esta puede medirse indirectamente, por ejemplo, tras una saludable exposición a P.O.R. se aprecia una 'medible' carga galvánica sobre la piel o polarizado negativo o, iones negativos. Estos últimos abundan en bosques y montañas y escasean en el centro de las grandes ciudades.

Los campos electromágneticos y frecuencias emitidos, medidos hasta en 15 Ghz. a la "salida" de los paneles y parabólicas de torres de celulares y otras, son perjudiciales para la salud, por lo tanto se puede decir que es un acto vandálico plantarlas en las proximidades de colegios, viviendas, etc.

La excelencia de los diversos dispositivos orgonito o generadores de orgón radica precisamente en eso: absorben D.O.R. por su base y lanzan P.O.R. por su cúspide.

"Giftear, en la jerga SpanGlish., es algo así como la acción de 'regalar', 'donar', 'obsequiar', etc. a la naturaleza un elemento (los dispositivos orgonito) beneficioso para la misma y su entorno y consistiría en enterrar por triangulación dispositivos de orgonito a una profundidad de 2 ó 3 cms. y a una distancia de entre 50 y 200/250 mts. del objetivo.

Texto extraído de http://chemtrails.foros.ws/t84/el-art...

Se puede encontrar más información en
www.jesustorrestoledo.es
www.planetaesclavo.wordpress.com
www.chemtrails.foros.ws/f19/guias-guifteo-de-antenas
www.nomasmentiras.wordpress.com/2008/07/23/haciendo-tu-propio-orgonite

Chemtrails sobre Florianopolis - Brasil - Time lapse - 11/07/2010


Desde dia 06/07/2010 quando o correu um ataque intenso de chemtrails, o céu em Florianopolis permanece fechado.
Estava a fazer algumas orgonites(pesquisem a respeito) quando reparei que havia aberto uma clareira entre as "nuvens", então coloquei a camera para ficar filmando essa clareira e reparei que um chemtrails passou, assim continuei a filmar e a ajustar a posição da camera para poder acompanhar o chemtrail se expandindo com o tempo.
Sei que não é muito, até porque no local que eu estava minha visão para o céu não era das melhores mas por enquanto é o que eu consegui filmar.
Peço a quem assistir esse vídeo que pesquise mais sobre chemtrails aqui memso no youtube e no google, vão descobrir que existem milhares de pessoas que já estão a observar e entender o que está a se passar nos céus do nosso pais e do mundo.
Nosso governo não nos ama nem proteje, na verdade ele nos quer mortos.
A verdade é chocante, mas não por isso deixa de ser a VERDADE.

rastro químico santos SP Chemtrails brazil santos São paulo 



Oistarei mais sobre os chemtrails ou rastros quimicos no céu e sua relaçao com o orgon  ou orgônio.

Manipulação dos estados de humor por Rádio Freqüência



willkacz | 25 de novembro de 2008
Por que acha que todos perdem o controle com facilidade, que todos vivem de anti-depressivos, drogas de todo os tipos?

domingo, 12 de setembro de 2010

Vulcão e agua de Marte.

Nasa revela informações sobre água e atividade vulcânica em Marte

Água líquida pode ter existido sobre a superfície do planeta até alguns milhares de anos atrás

 

Cientistas da Nasa descobriram que a água líquida em Marte pode ter existido sobre a superfície do planeta até pouco tempo atrás. Outros dados revelaram que o planeta vermelho também apresentou atividade vulcânica até um período considerado recente em termos geológicos, alguns milhões de anos atrás. As informações vieram da sonda Phoenix, que chegou em Marte em 2008 e não funciona mais, mas produziu e enviou dados suficientes que continuam a ser analisados pelos pesquisadores da Nasa.
 
Os resultados foram baseados no dióxido de carbono (CO2), que forma 95% da atmosfera marciana. "O CO2 atmosférico age como se fosse um espião químico", disse Paul Niles, cientistas espacial da Nasa. "Ele se infiltra em todas as partes da superfície de Marte e pode indicar a presença de água e sua história", completou.
 
Os cientistas descobriram que a água em Marte existiu em temperaturas próximas de zero grau e que poços de água quente foram raros durante a existência do planeta. Além disso, as medições de CO2 mostraram que Marte é um planeta muito mais ativo do que se imaginava. Os resultados mostraram que o planeta renovou o dióxido de carbono atmosférico recentemente e que o CO2 reagiu com água líquida presente na superfície.
 
Como a gravidade em Marte é fraca e o planeta não possui um campo magnético, o CO2 acumulado na atmosfera marciana tende a se perder no espaço. Contudo, os cientistas observaram que houve uma renovação do gás ocasionado por atividade vulcânica em um passado geológico recente. Os cientistas descobriram que o dióxido de carbono liberado pelos vulcões reagiu com água líquida na superfície do planeta. Niles acredita que a água em Marte existiu em quantidades suficientes para afetar a composição da atmosfera atual.
 
Apesar de não revelar onde estariam os vulcões ou as datas específicas sobre a existência de água, Niles disse que os resultados apresentados ajudam a compreender melhor a história do planeta conhecido mais parecido com a Terra.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Qualquer dia a Nasa vai dizer que tem homenzinho verde em Marte!

 Mas enquanto isso não acontece, noticia sobre agua e vulcões segue abaixo...

Dados da sonda Phoenix, que atuou perto do polo norte de Marte em 2008, sugere que água em estado líquido interagiu com a superfície marciana ao longo da história do planeta, e até tempos modernos. A pesquisa também oferece evidência de que Marte teve atividade vulcânica até poucos milhões de anos atrás.
Nasa
Nasa
Parte da instrumentação da sonda Phoenix, já coberta de areia marciana
Embora a Phoenix não esteja mais operando, cientistas continuam a analisar os dados reunidos pela missão. As descobertas anunciadas nesta semana, na revista Science, baseiam-se em informações sobre o dióxido de carbono que compõe 95% da atmosfera do planeta.

"Dióxido de carbono atmosférico é como um espião", disse, por meio de nota, o cientista Paul Niles, da Nasa. "Ele se infiltra em cada pedaço  da superfície, e pode indicar a presença de água, e sua história".

A Phoenix mediu em detalhes os isótopos de carbono e oxigênio da atmosfera marciana. No artigo da Science, Niles explica a proporção dos isótopos estáveis e sua implicação para a história do planeta.

"Isótopos podem ser usados como uma assinatura química para nos dizer de onde uma coisa veio, e que tipos de eventos experimentou", acrescenta ele.
Essas assinaturas químicas sugerem que água em estado líquido existiu principalmente em temperaturas próximas ao congelamento, e que sistemas hidrotermais, como nascentes de água quente, foram raras durante o passado marciano.

As medições do dióxido de carbono também revelam que Marte foi um planeta muito mais ativo no passado do que se imaginava. Os resultados implicam que Marte repôs sua atmosfera de CO2 em um período relativamente recente, e que o dióxido de carbono reagiu com o líquido na superfície.

O fato de Marte ter baixa gravidade e não contar com, um campo magnético faz com que a atmosfera de Co2 se perca lentamente para o espaço. O processo favorece a perda do isótopo mais leve, o carbono 12, em comparação com o carbono 13. Se a perda estivesse ocorrendo sem reposição, a taxa de C-12 para C-13 seria muito mais baixa que a medida pela Phoenix.

Isso sugere que a atmosfera marciana foi reabastecida por meio de vulcões, e num tempo geologicamente próximo.

No entanto, a assinatura vulcânica não aparece quando se avalia a proporção de dois outros isótopos, oxigênio 18 e oxigênio 16, que também compõem o CO2 marciano. Isso indica que o dióxido de carbono reagiu com água no passado recente, e acabou enriquecido em O-18.

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